em foi num dedo de balsamo
que gritei de dor
e foi num colo de ossos
que me senti seguro
e foi num olho agredido
que enxerguei tudo
e que preciso,
agora,
ser, finalmente,
eu.
fim
É do fim que se começa. Então, viajante, saímos agora do fim. Da pedra. Da vida de pedra. Estamos renascendo agora neste diário novo. Você e eu, viajante.
E se estamos começando esta viagem agora, lembre-se: é importante manter-se vivo.
Mesmo que como uma pedra.
Vamos, pegue suas coisas.
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Um comentário:
E assim seja :o)
[]´s
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